A poesia está nos olhos de quem viu. E assim começou este triste dia.
30 de julho de 2009
28 de julho de 2009
:: balaio de gato e gente ::
20 de julho de 2009
19 de julho de 2009
13 de julho de 2009
caxuu - Cachoeira no sábado.
9 de julho de 2009
::: Jardim Santo André ::
Novamente, fotos deste projeto que me encantou. Essas fotos eu retirei do site do Museu da Casa Brasileira. Queria escrever sobre este projeto, mas estou aqui ensaiando, ensaiando... para falar bem a verdade estou sem palavras. Sensacional!!! Desejo, de coração, que toda a favela fique estampada!!!!










TEXTO RETIRADO DO SITE: MUSEU DA CASA BRASILEIRA.
A mostra, realizada em parceria com o Centro Cultural da Espanha, apresenta fotos e DVDs das intervenções urbanas de Mônica Nador, que levaram cores para as casas da favela São Remo, da Vila Rhodia e do Jardim Santo André, em São Paulo, e para Maclovia Rojas, no México.
Os trabalhos, realizados com pinturas em estêncil, contaram com o apoio das comunidades, que participaram de oficinas e criaram desenhos de acordo com seu repertório e realidade. O resultado foi um conjunto visual interessante e o despertar de um sentimento de pertença nos moradores.
Num movimento de apropriação simbólica do espaço público, a artista plástica Mônica Nador, paulista de Ribeirão Preto, descobriu novos caminhos para sua arte. Ela confessa sempre ter tido vocação para “pintar a cidade”, já que navegou entre estudos de arquitetura e artes plásticas. “Empunho a bandeira da beleza pura, quero transformar os lugares feios”, diz Mônica Nador. “Procuro fazer o que chamo de arte útil”.
O trabalho da artista plástica é realizado, primeiramente, com a apresentação da proposta para os moradores e a inscrição dos interessados. Em seguida, são realizadas sessões de desenho, nas quais se procura eliminar piu-pius, mickey mouses e logomarcas. É feita a transposição dos desenhos selecionados para confecção dos estênceis e se inicia a pintura das casas. Os desenhos e as cores são selecionados pelos próprios moradores.
A ação busca valorizar as pessoas e sua cultura e viabilizar um entorno menos hostil para as populações que habitam a periferia de grandes cidades. Incentiva a formação de agentes multiplicadores deste trabalho dentro da comunidade, e, em um segundo momento, a criação de atividade geradora de renda baseada nos desenhos do grupo.
Em Santo André, o trabalho foi feito por meio das ONGs Jardim Miriam Arte Clube (Jamac) e Ação Educativa, no Projeto Arte em Toda Parte, que integra as ações do programa São Paulo de Cara Nova, da Secretaria de Habitação e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Governo do Estado de São Paulo (CDHU). O processo foi filmado pelo cineasta Carlos Jerônimo Vilhena de Toledo, que editou um documentário presente na mostra.
Co-realização: Centro cultural da Espanha em São Paulo/AECID Abertura: 9 junho, às 19h30
Visitação: 10 de junho a 12 de julho










TEXTO RETIRADO DO SITE: MUSEU DA CASA BRASILEIRA.
A mostra, realizada em parceria com o Centro Cultural da Espanha, apresenta fotos e DVDs das intervenções urbanas de Mônica Nador, que levaram cores para as casas da favela São Remo, da Vila Rhodia e do Jardim Santo André, em São Paulo, e para Maclovia Rojas, no México.
Os trabalhos, realizados com pinturas em estêncil, contaram com o apoio das comunidades, que participaram de oficinas e criaram desenhos de acordo com seu repertório e realidade. O resultado foi um conjunto visual interessante e o despertar de um sentimento de pertença nos moradores.
Num movimento de apropriação simbólica do espaço público, a artista plástica Mônica Nador, paulista de Ribeirão Preto, descobriu novos caminhos para sua arte. Ela confessa sempre ter tido vocação para “pintar a cidade”, já que navegou entre estudos de arquitetura e artes plásticas. “Empunho a bandeira da beleza pura, quero transformar os lugares feios”, diz Mônica Nador. “Procuro fazer o que chamo de arte útil”.
O trabalho da artista plástica é realizado, primeiramente, com a apresentação da proposta para os moradores e a inscrição dos interessados. Em seguida, são realizadas sessões de desenho, nas quais se procura eliminar piu-pius, mickey mouses e logomarcas. É feita a transposição dos desenhos selecionados para confecção dos estênceis e se inicia a pintura das casas. Os desenhos e as cores são selecionados pelos próprios moradores.
A ação busca valorizar as pessoas e sua cultura e viabilizar um entorno menos hostil para as populações que habitam a periferia de grandes cidades. Incentiva a formação de agentes multiplicadores deste trabalho dentro da comunidade, e, em um segundo momento, a criação de atividade geradora de renda baseada nos desenhos do grupo.
Em Santo André, o trabalho foi feito por meio das ONGs Jardim Miriam Arte Clube (Jamac) e Ação Educativa, no Projeto Arte em Toda Parte, que integra as ações do programa São Paulo de Cara Nova, da Secretaria de Habitação e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Governo do Estado de São Paulo (CDHU). O processo foi filmado pelo cineasta Carlos Jerônimo Vilhena de Toledo, que editou um documentário presente na mostra.
Co-realização: Centro cultural da Espanha em São Paulo/AECID Abertura: 9 junho, às 19h30
Visitação: 10 de junho a 12 de julho
2 de julho de 2009
:: Galeria do Rock ::

:: Galeria do Rock :: Ainda em Sampa.


Estava toda feliz, fotografando a galeria do Rock quando chega um segurança e diz que é proibido. Que besteira!!! Se eu estivesse fotografando vitrinas, detalhes de roupas, pessoas fazendo tattoo ou qualquer coisa invasiva.... mas logo eu, que sou uma fotógrafa amadora e tímida, que fotografo coisas que não reclamam.... Aff....
Acabou que a foto que eu queria tirar eu não tirei. Era do último andar, a vista de cima para baixo de todos os andares, cada piso um padrão. Eu até cheguei a tirar uma dos pisos, só que de um outro lugar.
De rebeldia, tirei uma foto de uma vitrina, que ficou terrível... mas eu tirei. "huahahahaha, huaahahahaha - uma "gargalhada fatal"
1 de julho de 2009
:: :: SESC Pompéia + Amilcar de Castro. ::
Amilcar de Castro, para finalizar a série: "com as crianças no SESC Pompéia". Todas as obras eram interativas. Nesta, uma mesa muito especial armazenava folhas de papel branco com um grid de uma das obras selecionadas. A criança poderia recortar o papel e montar a sua própria obra, criando tridimensonalidade com uma lâmina de papel 180g.
- Nana, então se eu dobrar papel vou ser uma ALMICA de papel?
- Mais ou menos isso...
:: SESC Pompéia + Rubem Grillo ::

Eu lembro da primeira peça de teatro "adulta" que assisti (foi galpão), das músicas que gostava de ouvir. Eu lembro de ficar encantada com o trabalho do Rubem Grillo, de achar o nome dele muito engraçado e os desenhos também. Desta vez, foi a vez da Júlia e do Davi. Quadros pequenininhos, com imagens riquíssimas. Adoramos. Pq será que ele não tem site?
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